OMS quer acabar com gorduras trans até 2023

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OMS quer acabar com as gorduras trans

Uma nova iniciativa lançada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) tem o potencial de salvar milhões de vidas dos perigos dos alimentos que não são saudáveis. A ideia atinge produtos que carregam gorduras trans.

Segundo plano divulgado pela OMS, os governos de todo o mundo devem se comprometer em eliminar as gorduras trans das listas de ingredientes até 2023. Essa medida pode ajudar a salvar a vida de 10 milhões de pessoas.

Se você procura por uma alimentação saudável, deve passar longe de produtos que carregam gorduras trans como um dos seus ingredientes.

As gorduras trans são utilizadas pela indústria alimentícia porque elas ajudam a reduzir o preços dos produtos. Além disso, aumentam o prazo de validade.

O ingrediente é encontrado em alimentos industrializados, como biscoitos, bolachas recheadas, empanados tipo nuggets, sorvetes cremosos, pratos congelados, pipoca de micro-ondas, miojo e alimentos comercializados em restaurantes fast-food. Como aquela batata frita com cheddar e bacon da lanchonete.

Além disso, as gorduras trans têm sido associadas a um maior risco de doença cardiovascular, que foi a principal causa das mortes não transmissíveis no mundo em 2016.

Gorduras trans estão discussão

O novo conjunto de diretrizes da OMS, que atualmente está disponível para comentários públicos até 1º de junho e que passa por revisão, foi criado para incentivar legisladores internacionais a aprovar leis que limitam o consumo de gorduras trans por crianças e adultos.

Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o consumo de alimentos ricos em gordura trans afeta os níveis de colesterol. O LDL (o ruim) aumenta enquanto o HDL (o bom) diminui.

De acordo com a agência, “não há informação disponível que ateste benefícios à saúde a partir do consumo de gorduras trans”.

Tanto que nos rótulos dos alimentos a porcentagem de valor diário de ingestão (%VD) não é informada, pois não há requerimento para a ingestão desse tipo de gordura. Médicos recomendam que o consumo seja o menor possível. Para a OMS, deve se restringir a 1% do valor energético consumido por dia.

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